Eu juro que às vezes eu esqueço disso. Não sei porquê. Mas aí vez ou outra, quando acabo de conhecer uma pessoa, outra pessoa vai lá e fala: "Ela tem um livro." E eu bem sem graça confirmo. Eu não me sinto escritora, apesar das pessoas insistirem em me chamar assim. E eu juro que não é modéstia. Eu apenas passo para o papel as coisas que sinto e como eu escrevo desde os 12 anos de idade eu tenho maior facilidade de lidar com o processo. Eu acho que ser escritor vai além disso. O escritor tira inspiração de onde não tem. Eu só consigo escrever bem quando tô mal. Já tentei inventar de escrever quando tava de boas e sempre acho que as coisas que saem ficam sem pé nem cabeça.
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| Essa é a capa lindona dele. Já usei tanto que ele tá velhinho, velhinho! |
Eu nunca tive pretensão de escrever um livro. Mas esse saiu de forma tão natural que eu seria covarde se não tivesse feito.

À meia-luz é uma compilação com 25 poemas e foi "lançado" em 2014. No vídeo abaixo eu explico mais sobre o lançado entre aspas.

No vídeo explico mais coisas como inspiração, minha relação com a escrita e sobre como todo esse processo é dolorido porém necessário. Quem escreve vai me entender bem.

Poderia passar o dia falando sobre o meu livro, sobre minhas inspirações, sobre como a vida é um poema eternamente inacabado. E talvez eu ainda apareça aqui falando mais sobre isso. Mas por enquanto deixo vocês com esse vídeo onde falei um pouquinho mais sobre isso.
Espero que vocês gostem e que depois me digam o que acharam! ♥

